A G. Floy continua a fazer chegar às livrarias a série Saga, assinada pela dupla Brian K. Vaughan (texto) e Fiona Staples (ilustrações), que, a um terço da sua conclusão – prevê-se um total de 18 volumes, que compilarão as 108 edições originais -, é já um pequeno feito no universo da ficção científica aos quadradinhos.
“Saga: Volume Doze” (G. Floy, 2025) acompanha Hazel e Alana em mais uma tentativa de refúgio, agora num circo gerido por Alana que tem feito as delícias dos viajantes espaciais. Os tentáculos do Império são porém profundos, e a informação circula até mesmo nos lugares mais remotos da galáxia – e há sempre alguém pronto para cometer uma pequena traição e rechear a conta bancária.

Hazel, que tem em Emesis a sua nova amiga – com o ar de uma aranha Burtoniana -, recorda no papel de narradora da série o passado da sua mãe, e aquilo que esta terá aprendido à força e se recusou a partilhar: “Houve muitas lições que a minha mãe aprendeu em pequena e que optou por não me ensinar”. Emesis, assumindo o papel de conselheira, tenta que a relação entre mãe e filha não bata no fundo, relembrando a pequena que “as relações mais sólidas têm todas um elemento de destruição mutuamente assegurada”.
Noutra geografia de personagens e estados de espírito, o Escudeiro precisa de ajuda profissional, Petrichor quer regressar à cadeia, discute-se o vegetarianismo como opção de vida, assiste-se à retirada do Reino Robot da coligação e, em jeito de despedida, acenamos a mais uma guerra. Que o volume treze nos traga tudo menos azar.











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