Curtas da Estante é uma rubrica de divulgação do Deus Me Livro.
Sobre o livro
Rushdie concentra a sua extraordinária imaginação no último acto da vida com um quinteto de histórias que abrangem os três países nos quais exerceu o seu ofício – Índia, Inglaterra e Estados Unidos da América – e apresentam um elenco de personagens inesquecível.
No Sul mostra-nos um par de velhos conflituosos – Júnior e Sénior – e a sua tragédia privada num momento de calamidade nacional. Em “A Música de Kahani”, uma música-prodígio oriunda dos arrabaldes de Mumbai retratados em “Os Filhos da Meia-noite” utiliza os seus dotes mágicos para causar a ruína da família rica do marido. Em “Atrasado”, o fantasma de um académico de Cambridge recruta a ajuda de uma aluna solitária para exercer vingança sobre a pessoa que o atormentou durante a vida. “Oklahoma” mergulha um jovem escritor numa teia de enganos e mentiras ao procurar descobrir se o seu mentor se matou ou simulou a sua própria morte. Finalmente, “O Velho da Praça” é uma vigorosa parábola bem actual sobre a liberdade de expressão.
Será que nos adaptamos à morte, ou insurgimo-nos contra ela? Vivemos o nosso último instante serenamente ou com raiva? E como podemos atingir a realização nas nossas vidas se não conhecemos o final das nossas próprias histórias?
“O Último Instante” reflecte sobre a vida e a morte, o legado e a identidade, com a visão penetrante e a ilimitada imaginação que fizeram de Salman Rushdie um dos mais aclamados escritores do nosso tempo.
Sobre o autor
Salman Rushdie é autor de uma vasta obra, da qual se destacam os romances “Os Filhos da Meia-Noite” (que conquistou o Prémio Booker em 1981, o Booker dos Bookers em 1993 e, em 2008, o Melhor do Booker), “Vergonha”, “Os Versículos Satânicos”, “O Último Suspiro do Mouro” e “Quichotte”, todos eles finalistas do Prémio Booker.
Foi distinguido com inúmeros prémios, entre eles o Prémio Whitbread para Melhor Romance, que ganhou por duas vezes; o Prémio James Tait Black; o Prémio do Melhor Livro Estrangeiro publicado em França; o Prémio Aristeion de Literatura da União Europeia; o Grande Prémio de Literatura de Budapeste; e o Prémio Grinzane Cavour (Itália). Em 2007, foi agraciado com o título de Cavaleiro por serviços prestados à literatura. Foi presidente do PEN América e é membro da Royal Society of Literature e Commandeur de l’Ordre des Arts et des Lettres. Em 2012, a Dom Quixote publicou a sua autobiografia, “Joseph Anton – Uma Memória”.
Editora: Dom Quixote










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