Continua em muito bom estilo, qual Liga dos Campeões em formato mangá, a série Blue Lock, centrada num complexo que está entre o espírito dos Jogos da Fome, uma versão mais fofinha do Squid Game e todas as maquinações e intrigas de um Big Brother das celebridades.

“Blue Lock 3” (Distrito Manga, 2025) começa por nos servir um festim gastronómico – com a carne a ser a iguaria mais procurada -, celebrando a vitória da Equipa Z que, no próximo encontro, irá enfrentar a equipa W, onde jogam os temíveis irmãos Wanima. O único antídoto parece ser arranjar forma de os separar, nem que para isso tenham de adoptar um novo plano de jogo: o All-Star três por três.
Todos continuam a tentar descobrir a arma de Isagi que, segundo Kunigami, é a de “cheirar o golo”, enquanto Chigiri prefere chamar-lhe “uma elevada consciência espacial”. Chigiri que continua a não querer partilhar a sua arma, mas que acaba por confidenciar a Isagi que veio de uma ruptura do ligamento anterior cruzado do joelho direito, o que o impede de jogar como antigamente.

Mesmo sem saber se terá alguma arma para pôr ao serviço da equipa, Isagi vai tratando de assumir o papel de líder, fazendo por melhorar a sua condição física. Há, porém, algumas surpresas a caminho, como uma mudança nas regras do torneio para apimentar mais as coisas. Bola ao centro, o jogo prossegue no próximo volume.











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