Depois de um prometedor arranque, que nos apresentou Blue Lock como um cruzamento entre os Jogos da Fome e uma versão mais fofinha de Squid Game aplicado a um relvado de futebol 11, aí está “Blue Lock 2” (Distrito Manga, 2025), segundo volume da série servida pela dupla Muneyuki Kaneshiro (história) e Yusuke Nomura (ilustrações).

Nesta altura do campeonato, cinco equipas do mesmo edifício disputam uma fase de grupos. As duas primeiras classificadas avançam directamente, enquanto as três últimas serão despromovidas, sendo todos os seus membros expulsos. Todos menos o jogador que tiver mais golos, que será também promovido a próxima fase do Blue Lock. Uma regra que muda por completo a estratégia de cada jogador, fazendo com que o individualismo se sobreponha a qualquer estratégia de equipa. Pelo menos de início.

A série continua a estar centrada em Isagi Yoichi, um dos trezentos jogadores do ensino secundário que começaram o seu percurso no Blue Lock. Enfrentando uma crise de identidade típica de um avançado numa travessia do deserto, Isagi é acusado de não ter a fibra necessária para se tornar num jogador de elite, hsitando diante da baliza quando chega o momento de escolher entre o remate, o passe ou outra qualquer invenção.
Porém, quando as coisas começam a correr mal para a equipa Z, é Isagi quem sugere a melhor estratégia, ainda que ele próprio não consiga perceber qual é a sua arma, que deverá colocar ao serviço da equipa. O terceiro volume está já disponível nas livrarias.











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