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Vodafone Paredes de Coura 2025: os nossos (muitos) destaques

Por Deus Me Livro · Em 09/08/2025

A poucos dias de arrancar mais uma edição do Vodafone Paredes de Coura, que este ano se realiza entre os dias 13 e 16 de Agosto e promete ser incrível, deixamos alguns destaques, acompanhados pelos textos de apresentação do festival e a devida banda sonora. Lá estaremos para contar como foi.

A cantora e compositora londrina lançou o seu terceiro álbum, “My Method Actor”, em Setembro de 2024, que faz perguntas sem respostas fáceis. É um trabalho flexível e expansivo que perscruta as fendas da vida, explorando-as com cordas reconfortantes, batidas agitadas, melodias com alma e harmonias desmaiadas. “My Method Actor” segue os álbuns anteriores de Nilüfer Yania, “PAINLESS” e “Miss Universe”, classificados entre os melhores do ano pelo The New York Times, NPR, Pitchfork, Vulture e muito mais. Participou no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Late Night with Stephen Colbert, Later with Jools Holland e na lendária série de concertos Tiny Desk da NPR. Foi cabeça de cartaz no Shepherd’s Bush Empire de Londres e esgotou espectáculos na Europa, Austrália, Japão e EUA. Nilüfer é também membro fundador do projecto comunitário Artists In Transit, que leva workshops criativos e outro tipo de apoio a comunidades deslocadas e a pessoas em tempos difíceis.

Cass McCombs, de Concord, Califórnia, é um contador de histórias nómada, cuja arte transita entre palavras, música e sonhos. Iniciou sua carreira no início dos anos 2000, com o álbum “A” (2003) e, em 2025, já havia lançado 13 álbuns, sendo o mais recente “Seed Cake On Leap Year” (2024). Este novo trabalho marca uma abordagem mais directa e crua para suas canções, com um equilíbrio especial entre compaixão e experimentação, procurando uma declaração mais consistente. O rock ganha agora mais fervor, as baladas tornam-se mais atraentes e as suas explorações musicais mais confiança, com influências de jazz e latinas integradas de maneira surpreendente.

Jake Lenderman, mais conhecido como MJ Lenderman, é um cantor e compositor natural de Asheville, conhecido pelo seu trabalho a solo e como membro da banda Wednesday. Durante a pandemia, aos 21 anos, Lenderman teve mais tempo livre e passou a escrever, pintar e improvisar com amigos e colegas de banda. Na altura, ninguém lhe prestou muita atenção; no entanto, quando lançou o seu terceiro álbum, “Boat Songs” (2022), com o seu humor ácido, referências desportivas e solos de guitarra desordenados, este destacou-se como uma das revelações do ano, aumentando a atenção sobre o seu trabalho a solo. Volta a Portugal, desta vez a solo com a apresentação do projecto And The Wind.

Natural de Saint-Nazaire, a voz de Zaho de Sagazan é descrita como “veludo metálico”, uma mistura de suavidade e intensidade com uma textura que transmite uma sensação de brisa suave e, ao mesmo tempo, áspera, uma voz que se torna familiar e profundamente íntima. Embora não tenha sido uma das suas características favoritas em criança, é agora reconhecida como uma das vozes mais poderosas e intemporais da actualidade musical. Ao longo de 2024 destacou-se ao tornar-se a primeira artista a ganhar quatro Prémios da Música Francesa – Álbum do Ano, Melhor Canção Original, Melhor Revelação Feminina, Melhor Revelação ao Vivo – e, também, pela forma como, rapidamente, se consolidou como um fenómeno na Chanson Française, sendo aplaudida pela crítica. Com uma carreira já muito marcada pelo seu extraordinário trabalho, continua a ser um destaque único e distinto.

Ezra Koenig, Chris Baio, Rostam Batmanglij e Chris Tomson conheceram-se enquanto terminavam os estudos na Universidade Columbia. Após a colaboração entre Koenig e Tomson no projecto de hip-hop L’Homme Run, fundaram os Vampire Weekend no início de 2006. Um nome inspirado por uma curta-metragem em que Koenig trabalhou durante o verão, entre o primeiro e o segundo ano da universidade.

Com uma mistura de indie rock, afro-pop, ska, hip-hop, pop dos anos 80 e outros estilos, os Vampire Weekend desempenharam um papel crucial na definição do som da música indie a partir dos anos 2000. Foram o primeiro grupo indie a alcançar duas vezes consecutivas o primeiro lugar no ranking Billboard 200: “Contra” (2010) e “Modern Vampires of the City” (2013), sendo o segundo o vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa, em 2014. Ao longo da sua carreira, foram completando o seu repertório com sons e ideias em constante evolução como em “Father of the Bride” (2019), álbum no qual juntaram o jam-rock e a soul psicadélica com reflexões sobre as complexidades da vida no século XXI. “Only God Was Above Us” (2024), co-produzido por Koenig e Rechtshaid, canalizou memórias da cidade de Nova Iorque no final dos anos de 1990 e no início dos anos 2000 com a sua pop experimental característica.

Perfume Genius – ou Michael Alden Hadreas -, natural de Iowa, Estados Unidos da América, aborda nas suas canções temas como a sexualidade, a sua luta contra a doença de Crohn e os perigos enfrentados na sociedade contemporânea. Conta já com seis álbuns gravados em estúdio. O primeiro – “Learning” – foi lançado em 2010, e foi através deste que estabeleceu uma conexão inquebrável com os seus ouvintes, mesmo quando decidiu avançar com um som mais vibrante em “Too Bright” (2014). Seguiu-se “No Shape” (2017), “Set My Heart On Fire Immediately” (2020), “Ugly Season” (2022) e agora, em 2025, o tão aguardado “Glory”. Este último tem uma superfície imaculada e um interior terno e agitado. Segundo Hadreas, o foco central do disco é “o vai e vem entre o interno e o externo”. Para este projecto, o artista descobriu um novo processo de composição ao acolher uma dinâmica de grupo.

Natural do sudeste de Londres, Lola Young é conhecida pela sua voz poderosa, pelo seu estilo musical autêntico – no qual podemos encontrar uma mistura R&B, soul e pop – e pela forma como lida com temas como amor, identidade e auto-conhecimento. Ganhou destaque na cena musical internacional em 2019, com o lançamento do álbum “Intro”, mostrando ao mundo a sua capacidade de criar músicas emotivas e uma impressionante habilidade vocal. Anos mais tarde, já com o lendário penteado mullet, Young lançou “My Mind Wanders and Sometimes Leaves Completely” (2023), um álbum que segundo a artista “é dirigido a todos os que pensam que as canções são sobre eles”. Em 2024 foi a vez de “This Wasn’t Meant For You Anyway”, um projecto que tem tanto de irresistível como de inesperado, liricamente alimentado por raiva, paixão, talento narrativo e escárnio cómico. Um álbum de separação contemporâneo, o som do que significa ser jovem e estar num constante caos romântico, a história de uma viagem entre duas relações: uma terminada e a outra – algures no meio.

Natural de Nova Iorque, Cassandra Jenkins, escreve de uma forma única e com uma intimidade impressionista, fazendo observações perspicazes que se encaixam perfeitamente na sua fusão de folk e pop ambiental exuberante. Jenkins estreou-se na editora Ba Da Bing Records, em 2021, com o aclamado “An Overview on Phenomenal Nature”, um álbum encantador, quase espiritual, gravado com Josh Kaufman (Bonny Light Horseman, Muzz) – segundo a Pitchfork, um projecto “repleto de pessoas, histórias e diálogos”, que “flui como um avanço emocional, unindo observações díspares numa visão serena e unificada”. Depois de nos presentear com tal obra, chega agora com “My Light, My Destroyer”, lançado em 2024, salpicado com imagens igualmente deslumbrantes e contrapontos inesperados, um álbum diverso onde a solidão se opõe à maravilha cósmica.

Natural de Walthamstow (Londres), Geordie Greep é conhecido pela sua voz única, em parte devido ao seu sotaque, descrito como “geograficamente inclassificável”; por outro lado, nas suas músicas encontramos muitas vezes narrativas dramáticas, muitas das quais centradas em personagens específicas. Membro fundador da banda Black Midi, deu início à sua carreia a solo recentemente com o lançamento do álbum “The New Sound” (2024), projecto que é muitas vezes comparado ao romance “Dance to the Music of Time”, de Anthony Powell, pela forma como aborda os personagens obcecados por poder e os mais voltados aos prazeres sensoriais da vida. O disco é descrito como uma experiência de pop alternativo, que mistura humor e profundidade, onde os personagens se metem em situações absurdas. O som é descrito como fluido, propulsivo, mas também rígido, reflectindo temas de desespero e auto-sabotagem, incluindo jazz-funk, salsa e uma mistura de influências de música indie e de grandes bandas latinas, com uma sensação de improvisação e ruptura de padrões. É tanto uma experiência sonora quanto uma viagem de narrativa e emoção, mantendo-se desafiador, não entregando respostas fáceis e convidando o ouvinte a questionar as intenções por trás de cada canção. Greep reflecte sobre a liberdade criativa do disco, procurando algo imprevisível e único e sugerindo, ainda, que uma versão ao vivo poderia explorar mais ainda essa liberdade criativa.

O multifacetado grupo pós-punk, natural de Cambridgeshire (Reino Unido), composto por Luke Mark, Lewis Evans, Georgia Ellery, May Kershaw, Tyler Hyde e Charlie Wayne, junta géneros díspares como o jazz, o math rock e o klezmer, para compor melodias extensas que alternam entre momentos calmos e picos de intensidade. Os Black Country, New Road estrearam-se em 2021 com o álbum “For the first time”, nomeado para um Prémio Mercury e, em 2022, lançaram “Ants From Up There”. Estes dois projectos contaram com o vocalista Isaac Wood que, após a realização do segundo, deixou a banda – este papel é agora partilhado por Luke, May e Tyler. Após o enorme sucesso de “Ants From Up There” começaram então a trabalhar no que viria a ser o seu terceiro álbum, “Live at Bush Hall” (2023), gravado ao vivo em três noites, das quais surgiu o mais atípico documentário de concerto, ainda assim uma declaração tão coesa como qualquer outro registo na discografia da banda.

King Krule é o pseudónimo de Archy Marshall, um londrino cuja combinação peculiar de composições honestas e espirituosas atraiu desde cedo comparações com antepassados punk díspares como Joe Strummer e Shane MacGowan. Marshall era apenas um adolescente quando foi comparado a estas e outras figuras, que só atingiram o seu auge a partir dos vinte e poucos anos. Não demorou muito até Marshall tornar a sua individualidade aparente, com elementos de no wave, punk jazz, dub e hip-hop a marcarem gradualmente o seu som – que se distingue ainda mais pelo seu estilo irregular de guitarra rítmica – e a darem cor às suas narrativas poéticas.

Embora ninguém tenha previsto a chegada de Mk.Gee, não podemos negar como o seu talento monumental marcou a cena musical contemporânea. Nascido Michael Todd Gordon, ou como melhor o conhecemos Mk.Gee, é nativo da costa leste e interessou-se pela música quando tinha apenas 6 anos. Começou por ter aulas de piano com um “professor de russo clássico realmente fantástico”, mas acabou por mudar para a guitarra aos 11 anos. Depois de aprofundar o gosto pela música, Mk.gee foi para a Califórnia para perseguir o sonho de se tornar guitarrista profissional e, aí começou começou a gravar as suas músicas. Em 2018 lançou o álbum de estreia, “Pronounced McGee”, e ainda nesse mesmo ano o EP “Fool”. As suas bases dependem de uma produção limpa e padrões familiares – um som prestes a encontrar a sua força. O último projecto completo de Mk.Gee foi o álbum “Two Stars & The Dream Police”, de 2024, que mistura pop, rock e R&B dos anos 1980 com uma produção idiossincrática, produzindo canções estranhas e obscuras, cheias de ansiedade e saudade.

Gabriela Jimeno Caldas, conhecida profissionalmente como Ela Minus, é uma cantora, compositora, multi-instrumentista e produtora colombiana. Mudou-se para Boston para frequentar a Berklee College of Music, onde se formou com uma dupla especialização e se mudou para Brooklyn, NY. Ela é uma orquestra electrónica de apenas uma mulher, que segue um forte desejo de manter a essência da improvisação tanto na música gravada como na música ao vivo, que não usa computadores portáteis em absolutamente nenhuma fase da sua produção ou actuações. O seu amor pelos sintetizadores evoluiu e tornou-se a base da sua produção musical, actuando ao vivo usando apenas máquinas de hardware e a sua voz.

Hinds,o duo natural de Madrid formado por Carlotta Cosials e Ana Perrote, foi construindo uma carreira sólida e autêntica, enquanto se destaca pela sua energia contagiante e pela mistura de rock, pop e indie. Conta já com quatro álbuns, “Leave Me Alone” (2016), “I Don’t Run” (2018), “The Prettiest Curse” (2020) e “VIVA HINDS” (2024), disco que, apesar de ter uma abordagem simples e sonoramente aventureira, celebra a história que ambas partilham há já alguns anos.“O que podemos esperar?”, perguntam vocês. Nada mais, nada menos que um turbilhão de energia, proveniente das suas guitarras, que vão rasgando melodias divertidas enquanto conquistam os nossos corações.

Desde o início que Sharon Van Etten & The Attachment Theory soam sonoramente diferente do trabalho anterior de Van Etten. Escrevendo e gravando em total colaboração com a sua banda pela primeira vez, Van Etten encontra a liberdade que vem ao deixar-se ir. O resultado dessa libertação é uma nova e estimulante dimensão sonora e de composição. Os temas são intemporais, clássicos de Sharon – a vida e o viver, o amor e o ser amado -, mas os sons são novos, totalmente realizados e afiados como vidro. Reflectindo sobre este novo estado de espírito artístico, Van Etten pensa: “Por vezes é entusiasmante, por vezes é assustador, por vezes sentimo-nos presos. É como se cada dia fosse um pouco diferente – apenas estar em paz com o que quer que estejamos a sentir e quem quer que sejamos e como nos relacionamos com as pessoas nesse momento. Se eu conseguir manter um sentido de abertura, sabendo que os meus sentimentos mudam todos os dias, é tudo o que posso fazer neste momento. Isso e tentar ser a melhor pessoa que posso ser, deixando as outras pessoas serem quem são, sem levar as coisas para o lado pessoal e simplesmente ser. Ainda não cheguei lá, mas estou a tentar todos os dias”. Sharon Van Etten & The Attachment Theory é um salto quântico nessa direcção.

Dois estudantes de astrofísica e arquitectura entram num bar na Lua. Parece o início de uma anedota mas, no final do século XX, aconteceu mesmo, deixando uma marca séria na cultura pop. Em Janeiro de 1998, os Air lançaram “Moon Safari”, um álbum que catapultou Nicolas Godin e Jean-Benoît Dunckel para o degrau mais alto da escada da música electrónica. Aqui estavam dois jovens de 20 e poucos anos, com apenas um único EP anterior, mas que exalavam a confiança e o pedigree de profissionais experientes. Godin e Dunckel foram abençoados com a capacidade de intuir canções pop. Hoje, o legado do disco é canónico, mas na altura do lançamento o seu sucesso multimilionário estava longe de estar assegurado. Em pouco tempo, a influência downtempo dos Air era fácil de detectar em todo o lado. Através de “Moon Safari”, a banda contagiou alguns dos grandes visionários do final do século XX – David Bowie, Madonna, Beck -, influenciando figuras proeminentes da nova era – incluindo Charlotte Gainsbourg, Kevin Parker e Sofia Coppola, cuja relação criativa com os Air se tornou tão sinergética como a de Angelo Badalamenti e David Lynch (outro fã). 25 anos depois, não é difícil perceber porque é que “Moon Safari” resistiu ao teste do tempo. É um ambiente em que se quer viver para sempre. É uma revelação. É uma música de conversa para um futuro melhor.

Natural de Glasgow e formada em 2001, os Franz Ferdinand são uma banda de rock alternativo, conhecidos pela sua música de dança que mistura post-punk, indie rock e new wave – e, também, por terem revitalizado a cena do rock alternativo na época em que surgiram. O seu álbum de estreia, “Franz Ferdinand” (2004), foi um grande sucesso, com o single “Take Me Out” e tornou-se um clássico do indie. A banda continuou a lançar álbuns aclamados, como “You Could Have It So Much Better” (2005) e “Tonight” (2009), mantendo uma base de fãs fiel e sendo influente na cena musical dos anos 2000. Estão de regresso aos palcos para apresentar o seu mais recente disco, “The Human Fear”.

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