Tom Smith, em tempos vocalista de uma banda chamada Editors, está de viagem marcada para Portugal. A 22 de Abril do próximo ano, irá apresentar “There Is Nothing In The Dark That Isn’t There In The Light”, o seu disco de estreia – sai a 5 de Dezembro -, no Teatro Maria Matos, em Lisboa. Os bilhetes (22€ + taxas) vão estar à venda a partir de dia 7 de Novembro.
Há mais de duas décadas que uma canção dos Editors é imediatamente reconhecida pela voz de Tom Smith. Solene, penetrante, imponente. Mesmo que, no início do século, parecessem pertencer a um pack post-punk juntamente com outras bandas como Interpol, Maxïmo Park ou The Bravery, Smith era a marca distintiva do grupo britânico. Inconfundível: “Munich”, “The Racing Rats” e “An End Has a Start” ecoam no imaginário do colectivo millennial como canções dos Editors, graças à sua interpretação.
Agora, a sua voz é posta ao serviço de outro repertório: o seu. “Não sei se é folk, country, balada romântica ou o quê. Simplesmente, sempre tive a vocação de escrever e cantar canções tristes”, refere o britânico sobre o seu primeiro álbum a solo: “There Is Nothing In The Dark That Isn’t There In The Light”. Um título que marca esta nova etapa.
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Promotora: Primavera Tours











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