Tomora, o novo projecto que junta o feiticeiro Tom Rowlands (The Chemical Brothers) e a cantora Aurora, estão confirmados no dia 9 de julho do NOS Alive, prometendo fazer subir as rotações do Palco Heineken. Aproveitamos a boa notícia para recuperar algumas das confirmações do cartaz: Skunk Anansie, A Perfect Circle, The Warning, Palaye Royale, Alabama Shakes e Zara Larsson fazem também parte do programa de festas, que inclui ainda um dia de sonho dançante à boleia da Primary Talent.
9 Julho | Palco Heineken
A dupla Tomora lançou no passado dia 5 de Dezembro o single de estreia “Ring The Alarm”. O tema estreou com destaque na BBC Radio 1, no programa de Jack Saunders, e chega acompanhado de um videoclipe oficial realizado por Adam Smith — uma peça visual que amplifica a energia divertida e caótica da música.
Até agora, a identidade por detrás de Tomora permanecia um mistério. A presença do projecto nos cartazes de alguns dos maiores festivais de 2025 — como Coachella, NOS Alive, Colours of Ostrava, Øya e Down The Rabbit Hole — alimentou semanas de especulação online em fóruns como Reddit e Discord. Hoje, o véu é finalmente levantado: TOMORA é a fusão de duas entidades — TOM (Tom Rowlands) e ORA (Aurora) — num só corpo artístico.
Como cartão de visita deste novo universo, o duo apresenta “Ring he Alarm”: um grito mecânico de contacto alienígena, vibrante, caótico e libertador. Um tema que atravessa épocas e recorda, com nitidez, o poder transformador de um disco a rodar a 33 rotações por minuto. Sobre esta nova aventura, a banda disse isto: “Queríamos que Tomora fosse uma banda, não duas individualidades. É o nosso sentimento musical tornado vida”.
O projecto nasce do encontro inevitável entre dois criadores pioneiros. Como metade dos The Chemical Brothers, Tom Rowlands ajudou a definir o som da electrónica britânica; Aurora, por seu lado, consolidou-se como uma das vozes mais singulares da pop contemporânea. As suas trajectórias cruzaram-se de forma natural: Aurora participou no álbum “No Geography” (vencedor de um Grammy em 2019), enquanto Tom Rowlands produziu temas do disco “What Happened To The Heart?” (2024).
10 Julho | Palco NOS
Formados em Londres, em 1994, os Skunk Anansie destacaram-se desde cedo pelo seu som inconfundível: uma fusão explosiva de rock alternativo, punk e influências dub que reflectia as suas raízes multi-culturais. Aliando letras incisivas sobre questões sociais e políticas à presença absolutamente marcante de Skin — cuja estética ousada, energia inigualável e expressão queer assumida se tornaram símbolos de liberdade e empoderamento —, a banda conquistou o mundo e tornou-se um verdadeiro fenómeno global.
Com álbuns aclamados como “Paranoid & Sunburnt, “Stoosh”, “Post Orgasmic Chill” e “25LIVE@25”, e temas icónicos como “Hedonism (Just Because You Feel Good)”, “Selling Jesus”, “Twisted (Everyday Hurts)” e “Weak”, os Skunk Anansie venderam milhões de discos e entraram para a história ao tornarem-se apenas a segunda banda liderada por uma mulher a encabeçar o palco principal de Glastonbury, em 1999. Após uma pausa no início dos anos 2000, regressaram em 2009 e têm mantido desde então uma presença vibrante e consistente nos palcos de todo o mundo. Actualmente, trabalham em novos temas que irão suceder aos recentes singles “Piggy” e “This Means War”, anunciando uma fase criativa particularmente poderosa e inovadora.
9 Julho | Palco NOS
Formados em 1999 por Billy Howerdel e Maynard James Keenan, os A Perfect Circle tornaram-se rapidamente uma das bandas mais influentes do rock alternativo contemporâneo. O álbum de estreia, “Mer de Noms” (2000), entrou directamente para a história ao alcançar a mais alta posição de sempre na tabela de estreia de um álbum de rock, impulsionado por singles icónicos como “Judith” e “3 Libras”.
Ao longo de mais de 25 de carreira, reconhecidos pela sua estética sonora única e pelas actuações intensas e envolventes, lançaram ainda três álbuns aclamados: “Thirteenth Step” (2003), “eMOTIVe” (2004), Eat the Elephant (2018), que alcançou o 3º lugar na Billboard 200 e liderou a Billboard Rock Albums Chart.
10 Julho | Palco Heineken
O poderoso trio mexicano The Warning — composto pelas irmãs Daniela “Dany” Villarreal (guitarra, voz, piano), Paulina “Pau” Villarreal (bateria, voz, piano) e Alejandra “Ale” Villarreal (baixo, piano, voz) — foi formado em Monterrey, México, e desde cedo transformaram o seu vínculo familiar numa força musical única. Com milhares de quilómetros percorridos em digressão e milhões de streams acumulados, The Warning consolidaram uma identidade sonora marcada por refrães universais, energia crua e um hard rock de precisão cortante.
Depois de lançamentos independentes que rapidamente chamaram a atenção da crítica e do público, a banda atingiu um novo patamar com o álbum “Error” (2022), que as lançou para palcos de dimensão global. A banda já dividiu o palco com os Muse, Foo Fighters, Guns N’ Roses, Royal Blood, The Pretty Reckless e Three Days Grace, além de ter incendiado o Extended Play Stage dos MTV VMAs 2023. O seu impacto cultural levou mesmo a Pepsi a escolhê-las como rosto da campanha Pepsi Black no México.
A versatilidade e relevância das irmãs Villarreal também lhes garantiu destaque em publicações como Vanity Fair, People, Cosmopolitan e Glamour, bem como a participação no monumental projeto “The Metallica Blacklist”, onde a sua versão de “Enter Sandman” (com Alessia Cara) figurou ao lado de nomes como Ghost, St. Vincent, Chris Stapleton, IDLES e Weezer.
Em 2024, afirmaram definitivamente o seu lugar no panorama internacional com o novo álbum “Keep Me Fed”, que inclui os explosivos singles “More”, “S!ck”, “Hell You Call A Dream”, “Qué Más Quieres” e “Automatic Sun”. Um disco que sobressaiu pela sua maturidade, visão artística e uma entrega emocional que transparece em cada actuação ao vivo.
10 Julho | Palco Heineken
Conhecidos pela sua energia explosiva ao vivo e pela sonoridade que funde o melhor do rock & roll clássico, do punk teatral e do glam moderno, os irmãos Remington Leith (voz), Sebastian Danzig (guitarra) e Emerson Barrett (bateria) apresentam-se com o novo álbum, “Death or Glory”, editado pela Sumerian Records.
Após conquistarem palcos em todo o mundo com a digressão Fever Dream, os Palaye Royale regressam às origens com um disco que celebra a liberdade criativa, a emoção pura e o poder da união entre banda e os fãs — os fiéis Soldiers of the Royal Council. “Death or Glory é o nosso disco mais confiante e divertido até hoje”, afirma Remington. “Foi feito sem pressões, apenas pelo prazer de criar música juntos e de partilhar essa energia com quem nos ouve”.
Inspirados por bandas como The Libertines, The Rolling Stones e My Chemical Romance, os Palaye Royale são a prova de um um universo próprio, onde o rock se reinventa com intensidade, estética e emoção. Neste novo trabalho, o trio americano equilibra o espírito rebelde das guitarras com momentos de euforia e celebração — uma espécie de catarse musical, nascida da uma perda profunda: a morte da mãe dos irmãos durante o processo de gravação.
9 Julho | Palco Heineken
Naturais de Athens, Alabama, os Alabama Shakes — formados por Brittany Howard (voz e guitarra), Heath Fogg (guitarra) e Zac Cockrell (baixo) — conquistaram o mundo em 2012 com o álbum de estreia “Boys & Girls” (ATO Records), que entrou directamente para o primeiro lugar da tabela Independent Albums da Billboard. O disco rendeu ao grupo várias nomeações para os Grammy Awards e foi amplamente aclamado pela crítica. A revista Rolling Stone destacou-o como um dos melhores álbuns do ano, escolhendo o single “Hold On” como a melhor canção de 2012. Rapidamente, a banda viu-se catapultada para o estrelato internacional, com actuações emblemáticas na Casa Branca e no programa “Saturday Night Live”.
O legado dos Alabama Shakes consolidou-se com o segundo álbum, “Sound & Color” (ATO Records), editado há dez anos. O disco estreou-se no primeiro lugar da Billboard 200 e venceu vários Grammy, incluindo Melhor Álbum de Música Alternativa, Melhor Álbum de Engenharia de Som (Não Clássico), Melhor Performance Rock e Melhor Canção Rock com o tema “Don’t Wanna Fight”.
Descrito pela New York Times Magazine como um trabalho de “som comovente e em constante transformação”, “Sound & Color” marcou uma clara evolução artística do grupo. Agora, Cockrell, Fogg e Howard voltam a reunir-se em estúdio, prometendo nova música para os fãs que há muito aguardavam o regresso dos Alabama Shakes.
10 Julho | Palco Heineken
Reconhecida pela sua voz poderosa e pela sua presença magnética em palco, Zara Larsson promete uma actuação vibrante que combina os seus grandes êxitos — como “Lush Life”, “Never Forget You” e “Ain’t My Fault” — com as novas canções que marcam esta nova fase da sua carreira.
Com Midnight Sun”, Zara Larsson regressa às origens e à essência que a tornou uma das artistas mais cativantes da pop contemporânea. O álbum foi criado em colaboração com o produtor britânico MNEK, o emergente Margo XS e a compositora Helena Gao, num ambiente criativo íntimo e autêntico. “Quis que este álbum captasse a energia de um verão sueco — aquelas noites em que o sol nunca se põe. É sobre luz, liberdade e emoções reais”, explica Zara.
O disco reflecte uma artista no auge da maturidade, entre a vulnerabilidade e a confiança, explorando novas sonoridades e temas pessoais. Desde a energia contagiante de “Pretty Ugly” até à introspecção de “Saturn’s Return”, Zara mostra-se sem filtros, revelando a força e a fragilidade que coexistem no seu percurso artístico.
10 Julho | WTF Clubbing

O NOS Alive e a agência britânica Primary Talent voltam a unir forças para a curadoria do Palco WTF Clubbing no dia 10 de Julho, na 18.ª edição do festival. Esta colaboração, que se celebra já pelo quarto ano consecutivo, volta a afirmar-se como uma das mais sólidas e inovadoras parcerias na programação do festival, trazendo ao Passeio Marítimo de Algés alguns dos nomes mais entusiasmantes da música electrónica actual. O alinhamento de 2026 conta com SBTRKT (DJ Set), Digitalism (Hybrid Live Set), Fiona Kraft, Chris Luno, La Fleur e Stresshead – um conjunto de artistas que reflecte o equilíbrio perfeito entre o talento emergente e os nomes mais influentes da cena electrónica internacional.
O produtor e DJ britânico SBTRKT continua a desafiar fronteiras entre géneros, misturando electrónica, soul e bass music com um som inconfundível. Conhecido por colaborações com Sampha e Little Dragon, o seu DJ set promete uma viagem sonora intensa e emocional.
O duo alemão Digitalism, composto por Jens Moelle e İsmail Tüfekçi, é sinónimo de energia e inovação. Com uma carreira marcada por êxitos como Pogo e Idealism, apresentam um set híbrido que combina o melhor do techno, indie e electro numa performance explosiva.
Produtora, DJ e fundadora da editora Non Merci Music, Fiona Kraft é uma das vozes mais autênticas da nova geração electrónica. Os seus sets vibram entre o Afro House e o tech house, sempre com uma energia contagiante que já a levou a clubes e festivais de referência em todo o mundo.
O alemão Chris Luno conquistou uma legião global de fãs através dos seus sets envolventes e das suas produções melódicas, com mais de 30 milhões de streams. Artista de labels como Anjunadeep e Realm Records, já passou por palcos como Burning Man e Ultra Miami.
Visionária do house e techno, La Fleur combina sofisticação melódica e energia de pista como poucos. Com lançamentos nas editoras Kompakt e Cocoon, e presença assídua nos maiores festivais e clubes do mundo, a artista sueca prepara o lançamento do seu aguardado álbum Väsen.
Com uma sonoridade que mistura pop melódico e produção eletrónica imprevisível, Stresshead é uma das novas promessas da cena britânica. Com apoio de nomes como Fred again.. e Louis The Child, e destaque em plataformas como BBC Radio 1 e MixMag, o artista promete um set vibrante e emocional.
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Promotora: Everything is New











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