É uma daquelas séries que, a cada volume triplo – na nova edição portuguesa pela Devir -, consegue elevar a fasquia, tornando-a simplesmente obrigatória. É o caso deste “Dragon Ball 6: Duelo do Dragão e do Tigre!” (Devir, 2026), que reúne os volumes 16, 17 e 18 da publicação original.
O primeiro volume começa por nos brindar com um duelo que tem tudo para ser épico: Goku vs. Piccolo – Piccolo que partilha com Deus a linha da existência: se um deles morrer, ambos morrem. Com Deus aprisionado na garrafa, qual génio da lâmpada mágica, graças a um truque genial de nome Mafuba, cabe a Goku mostrar os seus dotes de estratega, provando que isso do tamanho importar não passa de um mito – e que por vezes só atrapalha.
Nos volumes seguintes sobram os motivos para fazermos a festa, seja por um problema filosófico e moral colocado por Deus, a taradice suprema do Tartaruga Eremita – “…às vezes é um bocado tarado demais!”, segundo Goku – , o espírito engenhocas de Bulma ou uma improvável parceria firmada para salvar o mundo dos… Sayanos, extra-terrestres que chegam do Planeta Vegeta para tomar a Terra de assalto.
Há ainda planos para mais uma ressurreição, um baby sitting improvável, uma verdade absolutamente incrível sobre Deus, uma revelação ainda maior sobre as Dragon Balls ou a entrada em cena de Mestre Kaio, o rei das piadas secas que se julga um génio da comédia. Se decidirem levar apenas uma série até ao fim, Dragon Ball é bem capaz de ser a melhor opção – taco a taco com One Piece.











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