The Molotovs, Tom A. Smith, The Lilacs, The Covasettes, Sydney Ross Mitchell, Rudeboy Plays Urban Dance Squad ft. DJ DNA, MONSTRO e Travo. Foram estas as últimas confirmações no cartaz do CA Vilar de Mouros, festival que se realiza entre os dias 18 e 22 de Agosto. Estão também já disponíveis os horários dos concertos.
The Molotovs, uma das mais promissoras bandas jovens do Reino Unido, sobem ao palco no primeiro dia do festival. Conhecidos pela sua energia em palco e actuações intensas, partilharam o palco com artistas como The Libertines, The Sex Pistols, Adam Ant e Blondie ainda na adolescência, além de terem recebido o apoio dos Green Day. Após um ano marcado por digressões e festivais, incluindo o Isle of Wight Festival e uma tournée europeia com os iDKHOW, a banda reúne todas as condições para se afirmar definitivamente em 2026.
Com 22 anos, Tom A. Smith já construiu um percurso notável, com actuações em festivais como Glastonbury e Leeds, e concertos ao lado de artistas como Sam Fender, Elton John, Miles Kane e Catfish and the Bottlemen. Começou a tocar guitarra aos quatro anos e rapidamente se destacou pela composição e presença em palco. Além da música, integra o elenco do filme “Ebony McQueen”, onde interpreta Dave Stewart (Eurythmics), consolidando o seu estatuto como um dos talentos mais versáteis da nova geração britânica.
Os The Lilacs, oriundos de Wigan, são uma banda britânica de indie pop, conhecida pela sua energia contagiante. Em poucos anos, passaram dos pequenos palcos locais para concertos esgotados em salas como a O2 Ritz, em Manchester, e actuações em festivais como o Isle of Wight. Com milhões de reproduções no Spotify e forte apoio de rádios como a Radio X e a BBC Radio 1, a banda traz a Vilar de Mouros a maior digressão da sua carreira, onde apresentará o novo EP “The 395 (To Forever)”, consolidando a sua crescente popularidade.
Os The Covasettes são uma banda de indie formada em Manchester que, em poucos anos, conquistou um lugar de destaque na cena britânica. Com milhões de reproduções nas plataformas de streaming, concertos esgotados e actuações em festivais como Truck, Tramlines e Y Not, o grupo também já partilhou o palco com bandas como The Sherlocks e Sundara Karma. A sua sonoridade combina melodias cativantes, letras emotivas e uma forte energia ao vivo, consolidada por uma bem-sucedida digressão pelo Reino Unido e pela estreia em festivais europeus.
A cantora e compositora norte-americana Sydney Ross Mitchell combina as suas raízes country com uma abordagem contemporânea e intimista. Depois de se mudar do Texas para Nashville e, mais tarde, para Los Angeles, destacou-se pela capacidade de transformar emoções em canções marcantes. Após o sucesso do EP de estreia, “Pure Bliss Forever”, lançou o segundo projecto, “Cynthia”, continuando o seu crescimento e afirmando-se como uma das jovens artistas emergentes mais auspiciosas da música americana.
A banda MONSTRO é composta por Gonçalo Ferreira e Isaac Oliveira, que constroem um universo que vive entre o sonho e a vulnerabilidade, entre a ternura e a tempestade. Inspirado na pureza emocional e na riqueza sonora do pop rock dos anos 60, as suas harmonias evocam a tradição clássica do género enquanto subtilmente se abrem para ambientes psicadélicos e melodias que oscilam entre a doçura etérea e a desilusão luminosa. Apresentam o seu álbum de estreia, “Unborn Love”, no quarto dia do Festival.
O dia final traz uma surpresa aguardada pelos muitos fãs de Urban Dance Squad que, após aguardarem quase duas décadas desde a separação, têm agora a oportunidade de ver o regresso de Rudeboy aos palcos, com um concerto que reúne temas dos cinco álbuns da banda, acompanhado por DJ DNA, também membro fundador do projecto oriundo dos Países Baixos. Depois de uma bem-sucedida digressão por vários países europeus, Rudeboy apresenta um espectáculo que celebra o legado de uma das bandas mais influentes do rock, rap e funk alternativo.
Também no derradeiro dia actuam os TRAVO, um quarteto português de Braga e do Porto que combina psicadelismo intenso com a energia crua do garage rock. Desde o lançamento de “Sinking Creation” (2022), a banda tem conquistado palcos nacionais e internacionais graças aos seus concertos explosivos e envolventes. A sua sonoridade cruza influências de psych, prog-rock, garage e thrash metal, criando uma identidade única. Com o mais recente álbum, “Astromorph God”, e uma edição internacional pela Spinda Records, os TRAVO consolidam-se como um dos nomes mais marcantes do rock psicadélico português.
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