“Dizem que era de uma tasca que havia aqui há mais de 200 anos… o espaço acabou de fechar, mas a tabuleta ficou para sempre aqui pendurada”. Sejam muito bem-vindos ao Lugar das 3 Rãs e a Praga, cidade onde decorre a maior parte da acção de “Monster 6” (Devir, 2025). Uma série que, de volume para volume, vai subindo a fasquia e a qualidade da trama.
Todos os caminhos parecem ir dar a Praga neste volume, e até mesmo o inspector-chefe Lunge (da BKA) surge por aqui no encalço do Dr. Tenma, acabando por ligar Johan aos assassinatos em série, após localizar a misteriosa «Mansão da Rosa Vermelha». Um lugar que esconde segredos cruciais sobre as experiências a que os gémeos estiveram sujeitos no 511 Kinderheim, e que terá lançado, pelo menos um deles, no caminho da monstruosidade.
Em destaque neste volume está Suk, um jovem detective da Polícia de Praga, que se irá cruzar com uma rapariga num bar cujo nome é Anna, fazendo desta um confessionário que irá colocar meio mundo em perigo.
Todos parecem estar decididos a libertar Tenma, desde os pacientes salvos por este a Schwald, que acredita que Tenma será o único que “conseguirá fazer desaparecer o monstro”. Até mesmo Eva Heinmann, filha do director assassinado, que acusa Tenma de lhe ter arruinado a vida, entra em cena como aliada do seu ex-noivo.
As perguntas por responder continuam a acumular-se, sendo uma delas a seguinte: quem será Emil Sebe, o autor do conto que vai alimentando este Monster? Respostas – ou talvez ainda não – no volume 7, já disponível nas livrarias.











Sem Comentários