No universo dos comics, muitas foram as definições que fomos encontrando de Thanos ao longo do tempo, mas é de Deadpool aquela que mais salta à vista: “é pior do que os impostos”. Estamos em “Deadpool Samurai: Volume 2” (A Seita, 2025), livro que fecha este díptico de Deadpool em terras do oriente, mas nem só de definições se faz o expediente deste incorrigível desbocado, que entre outras questões serve esta de bandeja a Thanos: “Lá no espaço, o dubstep também é uma cena?”.

Continuamos a acompanhar a viagem alucinada deste mercenário fala-barato, agora a caminho do Monte Fuji, lugar onde Loki continua à espreita, tentando recrutá-lo para o lado negro da força. Deadpool, porém, está mais do que enturmado com os Vingadores Samurai, e até se chega à frente para lhes oferecer chimichangas.
Um grand finale onde assistimos a um concerto, vemos Deadpool no papel de crítico literário – “Uau, isso deve ter dado uma trabalheira a desenhar! Especialmente com um argumento tão mau!” – e, imagine-se, descobrimos o Capitão América no papel de analista da mente Deadpooliana – “Talvez todas as suas palhaçadas sejam uma tentativa de se distrair do medo da perda”.

Pelo caminho servem-se algumas dicas úteis para quem quer dar tudo em reuniões, ficando no ar um piscar de olho a uma nova série. Venha ela!











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